envato-wordpress-toolkit domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/insti490/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260O post Instituto Boa Vista realiza a terceira Roda Livre apareceu primeiro em Instituto Boa Vista.
]]>Depois das últimas duas edições do evento, que abordaram educação inclusiva e as mudanças no núcleo familiar brasileiro, o Roda Livre traz o tema do trabalho – sob o título ‘LGBT no mundo do trabalho: Inclusão e Respeito’ – porque acredita que esse é um tema que toca todas a sociedade, independente de gênero e sexualidade dos indivíduos. Para Maria do Céu, vice presidente do instituto, o trabalho é um meio prático para as pessoas fugirem do preconceito e, por isso, as empresas e contratantes devem ser informados, na tentativa de barrar a discriminação nesses ambientes. “O trabalho é uma força propulsora da cidadania e da economia. Excluir a comunidade LGBT por discriminação é muito problemático”, afirmou a vice presidente da ONG.
Para conduzir o debate, pessoas LGBT ligadas ao tema foram convidadas. São elas: Thina Rodrigues, diretora da Associação de Travestis do Ceará; o soldado da Polícia Militar Marcelo Santos, que é homem trans e vai representar o IBRAT (Instituto Brasileiro de Transmasculinidades); Maria Eduarda Dantas, representante da ONU-Brasil; e Eduardo Luiz Barbosa, do Centro de Referência e Defesa da Diversidade de São Paulo. Além deles, o sociólogo Acioli Neto foi convidado para mediar a conversa. O debate neste sábado começa às 16h, no Clube Metrópole, e é aberto gratuitamente ao público.
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]]>O debate da segunda Roda Livre foi mediado por Clara Angélica, gestora pública, e conduzido por Chico Lacerda, Theodoro Bibiano, Luciana Albuquerque, Maílton Albuquerque, Ana Lúcia Lodi e seus dois filhos. Cada um deles, membros de famílias diferentes uma da outra, mas semelhantes nas suas bases de sustentação: o afeto, o cuidado mútuo e o respeito. Enquanto as crianças mais novas brincavam e expressavam, em desenhos e pinturas inocentes, suas noções de família, livre de preconceitos, os adultos lotaram um salão para ouvir os depoimentos de vida dos convidados. Dispostos em uma roda de assentos, como propõe o evento, todos puderam se emocionar com as histórias de luta por direitos e superação de barreiras, no caminho da construção familiar. “Eu não sou melhor do que ninguém, mas também não sou pior. Então, quero apenas exercer o meu direito de cidadão de constituir uma família”, frisou Maílton ao falar sobre o casamento com seu marido e sobre o nascimento e registro de sua filha.
A participação do público contribuiu com a construção do debate. Perguntas e colocações pessoais ajudaram a guiar o caminho da conversa. “Se me perguntarem, eu digo que tenho duas mães, sem problemas. Mas, não vou conhecer alguém e dizer: Oi, prazer, eu tenho duas mães. Ninguém faz isso. Pra mim, é uma coisa natural”, respondeu André Lodi, filho mais velho de Ana Lúcia Lodi, ao ser pergutado sobre a relação dele com os colegas de colégio. Já Theodoro Bibiano, que mora em Caruaru, contou que sua enteada foi vítima de bullying na escola por causa de sua composição familiar, mas que ele rapidamente entrou em contato com os pais dos alunos para falar sobre direitos e respeito, sanando a situação.”Se eu tive pais heterossexuais em uma família tradicional e sou um transexual masculino, e isso não tem nada a ver com a criação que eu tive, porque não posso ter uma família também e sustentá-la com as mesmas bases saudáveis de afeto e educação que me deram?”, colocou Theodoro.
O evento durou pouco mais de duas horas e também proporcionou um momento de interação com chá e biscoitos. Uma tarde de encontros, cheia de lições e aprendizados para cada uma das pessoas presentes, a Roda Livre mostrou que cresceu e se consolidou como instrumento na luta por uma sociedade mais justa e livre de preconceitos.
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]]>O evento pretende reunir todos aqueles que acreditam que educação combina com diversidade, que a sala de aula tem que ser um local inclusivo e que #RespeitoSeAprendeNaEscola
A Mesa será composta por:
LUCIANA VIERA – Diretoria LGBT da UFPE
REGINA GOUVEIA – Professora e integrante do GTES
MARILEIDE CAVALCANTI – Representante do Sindacato dos Professores(SIMPERE) e das mães
MARIA CLARA ARAÚJO- Estudante de pedagogia e representante dos alunos
Mediador: Maxwell Vignoli – Promotor público
Mas acima de tudo a roda será LIVRE e aberta para contribuições de todos.
O evento é GRATUITO!
Entenda o caso:
O Projeto de Lei 26/2016 quer proibir qualquer livro que mencione respeito a diversidade ou gênero nas escolas de Recife. O projeto está tramitando na Câmara de Vereadores do Recife e já está prestes a ser aprovado. A contradição é que o segundo a própria secretaria de Educação, só existe atualmente um livro que de fato menciona esses temas. Nesse livro, existe apenas uma frase que faz que toca no assunto:
“Entre os relacionamentos conjugais, existem casais formados por um homem e uma mulher e casaisformados por pessoas do mesmo sexo.”
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